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Visite o The Cloisters, o Museu dos Enclausurados

Nova Iorque é a cidade dos sonhos de muita gente. E tem de ser mesmo. Uma das mais importantes metrópoles do mundo teve seu crescimento consolidado após a II Guerra Mundial e tornou-se sinônimo de riqueza e prosperidade aos olhos de todos os outros países. Coração financeiro do mundo, a cidade está situada num dos mais belos recortes geográficos do planeta. Sem contar que é um lugar onde são oferecidos todos os tipos de diversão, passeio e cultura para os milhares de turistas que visitam- na todos os anos.  E opções são o que não faltam para os diversos interesses e bolsos para se ter uma grande estadia em Nova York.

Para que quer fazer um programa cultural bem diferente do que, em geral, se conhece sobre as atrações oferecidas em Nova York, vale a pena então planejar uma ida para conferir o museu “THE CLOISTERS”, ou “Os Claustros” – uma extensão do MET (METROPOTILAN MESEUM OF ART) dedicado à arte medieval e localizado numa colina, na parte norte de Manhattan. O museu The Cloisters é completamente distinto de tudo o que se vê pela cidade de Nova York, já se considerando a arquitetura do prédio que abriga todas as suas instalações e acervos, por se tratar de uma construção que data de 1863 e toda projetada em estilo medieval europeu. Esta instalação inicialmente abrigava uma escola secundária para meninos na região.

Visitar o The Cloisters é uma volta no tempo das clausuras religiosas francesas, e que foi criado pelo mecenas John D. Rockefeller Jr, que doou grande parte de sua própria coleção particular para a constituição do acervo, em 1925. Por conta de toda a sua ambientação que remonta aos tempos dos castelos e feudos do fim da Idade Média– a arquitetura medieval, o acervo único, o belíssimo jardim. Sem contar que há um maravilhoso café abrigado nas instalações do museu que serve petiscos, sanduíches, bebidas e bebidas frias ao ar livre entre os meses de abril a outubro.

O The Cloisters abriga em seu acervo uma coleção com mais de cinco mil obras medievais, que vão do século IX ao início do século XVI. Entre as obras estão tapeçarias holandesas, dentre as quais a mais famosa e significativa é a The Unicorn in Captivity, que data de 1495. Fazem parte do acervo também iluminuras dos irmãos Limbourg, e outras como “O livro das Horas”, de Jeanne d’Evreux , de Jean Pucelle.

A visitação ao museu pode ser feita nos seguintes dias e horários: às terças-feiras, quartas e quintas das 9h30 às 17h30; às sextas-feiras e no sábado das 9H30 às 21 horas, e aos domingos das 9h30 às 17h30. Não abre às segundas-feiras.

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