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Conheça a Orelha de Onça ou Tibouchina grandifolia

Planta arbustiva de formato irregular, a orelha de onça é conhecida cientificamente como  Tibouchina grandifolia. Nativa da mata flora brasileira, trata-se de uma planta que pode chegar até 3.0 metros de altura. Dessa maneira, é classificada como uma planta de pequeno e médio portes. Seu formato é bastante irregular, suas folhas são grandes, ovais acuminadas de nervuras longitudinais marcadas com pelos esbranquiçados dando aspecto aveludado, têm com pecíolo curto e são opostas nos ramos. Suas flores surgem nas pontas dos ramos, evitar as podas a partir do inverno, garantindo maior número de flores.

Possui inflorescência e, suas flores são roxas reunidas em formato ereto acima da folhagem. Seu florescimento acontece sempre do verão até o outono e possui características de cultivo que permitem que seja plantada em todas as regiões do país.  No entanto, a orelha de onça é muito recorrente na região sul. Também é largamente usada em projetos de paisagismo, servindo tanto para ornamentar jardins de residências, hotéis, como também são adequadas e, altamente indicadas, para serem cultivadas em praças e locais que necessitem de projetos de urbanização paisagísticos.

Para quem quiser investir em cultivo de orelha de onça em locais onde haja maresia e salinidade, também são bastante resistentes a esses locais.

A orelha de onça também é uma planta que  tolera podas, devendo ser realizadas no outono após a floração, para conter sua dimensão, evitando que abafe outras plantas.

É uma planta que é passível de propagação. Em geral, esta pode ser feita por meio de estacas de podas, colocando-se em recipientes com areia de construção, mantendo úmida e em cultivo protegido. Vale lembrar que para o enraizamento da planta, é preciso acrescentá-la em recipientes com substrato semelhante ao recomendado para o plantio.

Para fazer o plantio, deve-se plantar a orelha de onça em forma de muda, em uma cova maior que o torrão, adicionado composto orgânico e adubo animal de curral bem curtido e elementos particulados, como os que sobram de podas e estão já decompostos. Além disso, é fundamental que sejam adicionados ao menos 50 g de fosfato natural de rochas ou farinha de ossos na mistura. Este composto é facilmente encontrado em lojas que revendam produtos destinados à jardinagem e paisagismo. Também não se deve esquecer – se de acrescentar  no fundo e nas laterais da cova esta substância, e em seguida, acomode o torrão e preencha com o restante da terra que sobrou. Necessita de regas regulares.

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