Página Inicial > Entretenimento > Curiosidades > Calculadora é tudo igual? Não. Descubra o porquê

Calculadora é tudo igual? Não. Descubra o porquê

Calcular é uma ação diária: calculamos as contas para pagar, o quanto resta de dinheiro no mês, o quanto será necessário para uma viagem, o FGTS, o Imposto de Renda, quanto precisamos economizar para colocar na poupança, as prestações da compra de móveis, da casa própria, do carro novo por aí vai. As calculadoras são indispensáveis e tal dispositivo como conhecemos para tantas contagens numéricas tem uma longa história.

Complicado hoje é somente ajustar valores, mas complexo mesmo era fazer cálculos com o ábaco, a primeira calculadora, inventada pelos chineses no século VI a.C., que dispunha de fios paralelos e arruelas deslizantes capazes de realizar contas de adição e subtração. Só no início do século XX, após alguns processos de evolução, em 1642 e 1671, onde foi possível armazenar resultados e fazer outras operações, e deixar de ser de uso restrito, é que surgiram máquinas menores e mais baratas, transformando a calculadora num instrumento popular.

Tão popular que é difícil até escolher o melhor modelo para usar. São todas eletrônicas e construídas por inúmeros fabricantes, em tamanhos e formas variados e com diferentes recursos. Dependendo da finalidade, há as calculadoras de mesa, de bolso (portáteis), calculadora científica, calculadora financeira. Temos até calculadoras no computador.

Poucas companhias desenvolvem calculadoras financeiras e econômicas, sendo uma delas a HP. Podem calcular desde possibilidades de cálculo limitado à aritmética básica, passando por outras que oferecem funções trigonométricas ou, ainda, outras funções matemáticas mais avançadas, como as gráficas que são programáveis e podem incluir gráficos 2D ou 3D no display. Já as calculadoras científicas não contêm gráficos, porém calculam funções como o seno e cosseno. São todas elas bastante empregadas por estudantes da área de exatas.

Mas considerando que a maioria das pessoas utiliza somente as contas mais básicas, uma calculadora simples e de qualidade, com uma fonte de força – que pode ser uma bateria, um painel para atrair a luz solar, ou ambos –, já é suficiente. Ela precisa ter um visor que facilite a leitura dos numerais (geralmente feita de cristal líquido), trazer no teclado os dez dígitos (0 a 9); ponto decimal; funções aritméticas (adição, subtração, multiplicação e divisão); tecla de cancelamento; botões de raiz quadrada e porcentagem; e a função de memória single-number, que guarda um número e o disponibiliza assim que necessário, bastante prático nos balanços e orçamentos.

Compartilhe:

Deixe seu comentário!