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Algumas Curiosidades de Natal

Uma das comemorações de maior significação no mundo inteiro é o natal. Mesmo nos países onde a comemoração não acontece da maneira que conhecemos na atualidade, diz-se que o natal apresenta poderes milagrosos, mesmo. Estes poderes podem ser traduzidos em compaixão, incentivo às boas práticas humanísticas, reconciliação, entre outros. É durante o período do natal que as pessoas se reaproximam de seus lados mais afetuosos, simplistas e, com isso, acabam promovendo pequenas mudanças importantes em torno de si mesmos.

O natal também é uma tradição que está cercada por diversas curiosidades. É sempre importante salientar que nem sempre o natal foi comemorado – oficialmente a data como é conhecida no mundo cristão foi oficializada pelos romanos durante a expansão da nova religião, com fins de agregar mais seguidos e manter firme o Estado. Isto ainda por volta dos primeiros anos que regem o início da Idade Média.

A prática de comemorar o natal se espalhou, principalmente porque coube à Igreja Católica, incorporar diferentes comemorações que se davam na mesma época, de outras culturas e religiões, especialmente as comemorações pagãs.

Durante a Idade Média, por exemplo, o ato de comemorar o natal espalhou-se por toda a Europa e, as pessoas, principalmente as mais humildes, tinham o hábito de deixarem as portas de suas casas abertas durante a noite de natal, para que moradores de rua, ou pessoas muito pobres, pudessem participar da ceia.

Outra curiosidade que marca muito a data é a criação da Missa do Galo. Atribuída a São Francisco de Assis, assim como a criação do presépio, a Missa do Galo passou a ser realizada no ano de 1224, em Greccio, na região do Lácio, na Itália. Como os galos cantavam sempre nas primeiras horas da madrugada, logo após a celebração da missa, os seguidores passaram a chamar o evento de “missa do galo”.

Já uma das canções mais representativas a serem entoadas na noite de natal “noite feliz”, provavelmente teria sido criada na Áustria, em 1818. Ao que tudo indica, o padre Joseph Mohr saiu atrás de um instrumento que pudesse substituir o antigo órgão da igreja. Em suas peregrinações, começou a imaginar como teria sido a noite em Belém, fez anotações, e procurou o músico Franz Gruber para criar a melodia.

A versão brasileira também fora criada por um pároco: o Frei Pedro Sinzig. Também nascido na Áustria, em 1876, o padre veio morar na cidade de Salvador, na Bahia, em 1893. Naturalizou-se brasileiro em 1898 e,destacou-se como um grande incentivador da música religiosa no país.

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